17/06/2013
Um remédio aprovado na Europa para ser usado no tratamento de osteoporose pode impedir o crescimento de células que causam câncer de mama, afirma um estudo realizado pelo Instituto Duke de Câncer, localizado na Carolina do Norte, nos EUA. O medicamento bazedoxifeno teve resposta positiva mesmo em casos de tumores que já não respondem aos tratamentos tradicionais, segundo a pesquisa.
Em análises de laboratório feitas em células cultivadas e em animais, o remédio inibiu o crescimento das células cancerígenas que dependem do hormônio estrogênio, inclusive aquelas que já haviam desenvolvido resistência a outros remédios usados contra o câncer de mama, como o tamoxifeno e os inibidores de aromatase.
Atualmente, pacientes que já não respondem ao tratamento com os dois remédios são submetidas à quimioterapia, que costuma provocar fortes efeitos colaterais, afirmam os cientistas. “Descobrimos que o bazedoxifeno se associa ao receptor de estrogênio e interfere em sua atividade. Mas o surpreendente é que percebemos que ele também degrada o receptor, eliminando-o”, disse o pesquisador Donald McDonnell, do Instituto Duke, durante o encontro anual da Sociedade de Endocrinologia dos EUA, realizado no sábado (15).
Para chegar ao resultado, os pesquisadores usaram diversos tipos de células de câncer de mama, inclusive as que já não respondiam ao Lapatinib, medicamento usado em algumas pacientes com tumores avançados.
Fonte: G1 Globo.com
Link: Remédio para osteoporose pode ajudar a combater câncer de mama

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Categorias: Mastologia, Medicamentos, Oncologia
12/06/2013
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05/06/2013
Mais da metade dos prontos-socorros públicos do Estado de São Paulo está superlotada - com macas espalhadas nos corredores -, não consegue transferir pacientes para serviços de referência, tem equipes médicas incompletas e não possui um médico responsável pelo plantão.
A situação precária das unidades de saúde foi constatada após fiscalização do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), entre fevereiro e abril deste ano, em 71 unidades (23 na capital e 48 em 35 cidades do interior) em uma única visita a cada uma delas. A amostra representa 10% do total de prontos-socorros do Estado e o critério de escolha foi o tamanho, a localização e as reclamações. Entre os 23 hospitais da capital, 6 são administrados por Organizações Sociais (OSs).
Um terço dos PSs não faz a triagem com a classificação de risco dos pacientes, o que atrasa o atendimento aos doentes realmente graves. Quase 60% das unidades sofrem com a falta de material básico (como jogos de pinça e aspirador elétrico) nas salas de emergência, que estão inadequadas em 30% dos serviços vistoriados.
Para o Cremesp, esse gargalo é reflexo do subfinanciamento da saúde pública e também da falta de uma rede básica de saúde estruturada e resolutiva, em que os pacientes consigam resolver os pequenos problemas de saúde no atendimento primário perto de casa, evitando idas desnecessárias aos hospitais.
“Os serviços de urgência e emergência são um grande e grave problema de saúde pública. Responsabilizamos as Secretarias de Saúde municipais e a estadual e o Ministério da Saúde pela falta de financiamento e gestão do sistema”, diz Renato Azevedo Jr., presidente do Cremesp.
Fonte:Estadão.com
Link: 58% dos hospitais públicos de SP têm macas no corredor

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Categorias: Saúde Pública
04/06/2013
A estratégia de ativar o sistema imune contra o câncer está no centro das atenções do encontro anual da Asco (Sociedade Americana de Oncologia Clínica), em Chicago.
Uma série de estudos sobre drogas que agem dessa forma foi apresentada nesta segunda-feira (3) na conferência, com resultados chamados de “impressionantes” por palestrantes e mediadores, apesar de estarem ainda em fase inicial.
O entusiasmo com esse método ganhou força em 2011, quando o imunoterápico ipilimumabe mostrou, pela primeira vez, aumento de sobrevida em doentes com melanoma avançado (tipo mais agressivo de câncer de pele).
Agora, a imunoterapia apresenta bons resultados em outros tipos de tumor. Dados sobre duas drogas experimentais que agem com base no mesmo mecanismo foram mostrados ontem.
Ambas aumentaram a sobrevida e reduziram tumores em pacientes com diferentes tipos de câncer avançado que já haviam feito outros tratamentos, sem sucesso.
“As respostas para pulmão e rim são elevadas, como nunca tinham sido vistas nesses pacientes”, afirma Fernando Maluf, chefe de oncologia do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes da Beneficência Portuguesa.
Segundo o médico, impressiona a durabilidade da resposta –em um dos estudos, com uma droga chamada nivolumabe, dois terços dos pacientes nos quais o tratamento surtiu efeito continuaram a reagir contra o tumor depois do fim da terapia.
“A persistência da reação mostra que o remédio restabelece o equilíbrio entre o sistema imune e o câncer”, disse Suzanne Topalian, professora da Universidade Johns Hopkins (EUA) e autora do estudo com esse medicamento.
Fonte: Folha UOL.com
Leia na íntegra: Novas drogas tentam ‘turbinar’ defesas do corpo contra o câncer

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Categorias: Imunoterapia, Oncologia
04/06/2013
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22/05/2013
Dados divulgados nesta terça-feira (21) sobre o avanço do H1N1, conhecida como gripe suína, em São Paulo fizeram o Ministério da Saúde alterar sua estratégia para combater a doença.
Entre as informações, a mais alarmante é a de que o Estado de São Paulo concentrou - até a semana passada - 90% das mortes por esse tipo de gripe. No total, dos 61 óbitos, 55 ocorreram em São Paulo.
Apesar de não usarem o termo surto, tanto o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, como o o diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis, Claudio Maierovitch, expressaram preocupação e anunciaram medidas emergenciais para lidar com a situação.
‘Estamos muito preocupados’, disse Maierovitch. ‘Enviamos para o Estado de São Paulo uma equipe para investigação detalhada dos óbitos.’
Fonte: G1 Globo.com
Leia na íntegra: Mortes por H1N1 em São Paulo fazem governo mudar protocolo; entenda

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Categorias: Infectologia, Saúde Pública
21/05/2013
Pesquisas brasileiras na área de saúde ganham hoje (21) o portal Lógicos para reforçar a divulgação dos trabalhos. O objetivo é dar mais visibilidade à produção científica relacionada à saúde a partir de uma proposta multimídia, com a publicação de matérias e entrevistas em diversos formatos – áudio, vídeo e textos – que poderão ser compartilhados de forma gratuita. O portal será lançado às 15h, no auditório interno da Fiocruz Brasília.
Mais de 3 mil projetos de pesquisa, financiados pelo Ministério da Saúde, estarão disponíveis para consulta no Pesquisa Saúde, ferramenta eletrônica desenvolvida pela pasta, que permite ao usuário encontrar informações relacionadas aos trabalhos científicos ou temas de interesse, a partir de diversos critérios de busca: número de projetos e recursos investidos por ano, região, modalidade de fomento, edital, instituição, entre outros.
O Lógicos tem informações sobre projetos de pesquisa apoiados pelo Ministério da Saúde desde 2002, com a colaboração do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Agência Brasileira de Inovação (Finep), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), de fundações de Amparo à Pesquisa, secretarias estaduais de Saúde e de Ciência e Tecnologia.
Fonte: Agência Brasil
Leia mais: Portal vai reunir pesquisas científicas na área de saúde

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Categorias: Pesquisa, Brasil
20/05/2013
Nova orientação dispensa nova dose a cada dez anos.
Órgão de saúde da ONU se baseou em estudos para alterar recomendação.
Uma nova orientação publicada nesta sexta-feira (17) pela Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que uma única dose da vacina contra a febre amarela é suficiente para toda a vida e dispensa as doses de reforço.
Historicamente, a recomendação sempre foi aplicar uma nova dose a cada dez anos, para garantir a eficácia da vacina. No entanto, uma revisão de estudos científicos feita pela OMS levou à revisão desta decisão.
Desde que a vacina foi elaborada, na década de 1930, apenas 12 casos foram registrados em pessoas já imunizadas, dentro de um universo de 600 milhões de doses aplicadas. Mesmo esses casos foram registrados menos de cinco anos depois da vacinação, o que, na visão da OMS, indica que o efeito da vacina não se perde com o tempo.
Assim como a dengue, a febre amarela é uma doença hemorrágica, causada por vírus e transmitida por mosquitos. Em seus casos mais agudos, pode até causar a morte. Sua incidência se dá principalmente em áreas tropicais da África e das Américas, incluindo parte do Brasil.
A OMS considera a vacinação a forma mais eficaz de combate à doença. Estima-se que, a cada ano, haja 200 mil casos da febre amarela, sendo que 15% deles se desenvolvem em uma forma grave. A grande maioria das mortes é registrada nos países africanos.
Fonte: G1 Globo.com
Link: Vacina contra febre amarela não precisa ser reforçada, diz OMS

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Categorias: Vacinas
16/05/2013
Cientistas americanos conseguem obter células-tronco humanas por meio de embriões clonados. O resultado veio após 15 anos de tentativas frustradas de pesquisadores em todo o mundo, e um caso de fraude. Para a experiência bem-sucedida, os pesquisadores transplantaram material genético de uma célula adulta em um óvulo, cujo o DNA havia sido removido - o mesmo processo usado para clonar a ovelha “Dolly”, em 1996.
Do experimento resultaram células-tronco embrionárias humanas, capazes de se desenvolver em qualquer dos mais de 200 tipos de célula do corpo de uma pessoa. O procedimento abre uma nova frente para a medicina com células-tronco, por transpor barreiras éticas.
Até agora as fontes mais naturais de células-tronco humanas eram embriões humanos, cuja utilização em pesquisa cria dilemas morais. O processo usou óvulos humanos não fertilizados. A técnica, divulgada na revista científica “Cell” nesta quarta-feira, é resultado do trabalho de estudiosos da “Oregon Health & Science University” e do “Oregon National Primate Research Center”.
Fonte: Bandnews Uol
Leia mais: CÉLULAS-TRONCO HUMANAS SÃO CRIADAS POR MEIO DE CLONAGEM

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Categorias: Células tronco, Biotecnologia, Ética
15/05/2013
Apesar de a computação em nuvem estar entre os principais pontos de inflexão da indústria, seu uso no campo da medicina tem sido relativamente lento e muitas vezes limitado a funções relacionadas à administração, tais como agendamento e faturamento, devido em grande parte a preocupações com segurança e conformidade, afirmam os canais parceiros que buscam avançar neste proeminente mercado.
“Parece que o mercado de saúde mergulhará seu pé na água, mas não os vejo fazendo grandes inserções na nuvem”, afirmou Chris Vincent, presidente da Global Data Systems, uma integradora com base em Lafayette, Luisiana. “A conformidade sempre foi um problema para o setor de saúde. Mas começo a ver grandes conglomerados de hospitais sob uma única empresa, começando a juntos hospedar seus aplicativos em um data center e, com isso, reduzindo custos. Isso é geralmente instalado em uma arquitetura de nuvem privada onde quanto mais escalabilidade, mais reduções de custo”.
Vincent também explicou que algumas equipes médicas externas que estão relacionadas aos hospitais por meio de clínicas começaram a utilizar a computação em nuvem para eliminar o custo com equipes de TI no local.
Fonte: SaúdeWeb.com
Leia mais: Mercado de saúde adota a nuvem vagarosamente

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Categorias: Tecnologia