As normas foram formuladas por uma nova associação criada por entidades representativas de médicos, hospitais e empresas ligadas ao turismo. Elas foram apresentadas durante o Medical Travel Meeting em São Paulo, dias 27 e 28.
Estima-se que em 2005 48 mil estrangeiros buscaram tratamento médico no Brasil - a maioria deles cirurgia plástica. Entre 2007 e 2009, segundo a Deloitte Center for Health Solutions, foram cerca de 180 mil.
Leia maisno Folha.com Turismo de saúde no Brasil anuncia novo regulamento
Pesquisadores chefiados pelo professor David Becker da University College London estão prestes a começar uma fase final de testes em um novo gel, chamado Nexagon, que cura feridas até cinco vezes mais rápido que um tratamento normal.
Durante o processo inflamatório em feridas graves, ocorre um excesso de produção da proteína Cx43 que impede a cicatrização. O gel foi desenvolvido a partir de partes do DNA responsáveis pela inibição desta proteína. Ele atua interrompendo o mecanismo da comunicação celular e impedindo a produção da proteína que bloqueia a cura. Isso permite que as células se movam mais rapidamente à área lesada iniciando o processo de cura.
Embora tenha sido apenas testado em cerca de 100 pessoas até agora, dizem os cientistas que se for bem sucedido, o gel pode ter um impacto importante no tratamento de feridas crônicas, como úlceras de perna ou diabetes, e mesmo arranhões comuns ou lesões causadas por acidentes.
Um alerta da Associação Britânica de Dermatologistas afirma que o uso excessivo de telefones celulares pode ocasionar o aparecimento de erupções na pele da orelha e das bochechas. Segundo os integrantes da associação, um número significativo de dermatologistas não estão cientes sobre esse efeito dos celulares sobre a pele. A inflamação, que ganhou o nome de ‘dermatite do celular’, afeta pessoas alérgicas ao níquel que se encontra na superfície dos aparelhos. Também nesse sentido a Clinica Mayo, nos Estados Unidos, apontou o níquel como uma das causas mais comuns de alergias e inflamações dermatológicas.
Cientistas britânicos descobriram uma condição genética que ajuda a explicar porque alguns homens herdam a calvície de seus pais. Testes realizados em mais de mil homens calvos revelaram duas regiões genéticas que, quando ativadas em conjunto, tornam um homem sete vez mais propício à calvície. Essa descoberta oferece aos cientistas um quadro muito mais claro das causas genéticas da calvície, que afeta cerca de um terço dos homens aos 45 anos. Esse trabalho deve ser usado para identificar prematuramente a calvície e, a longo prazo, pode fornecer subsídio para tratamentos genéticos contra a queda de cabelos.
As tatuagens de henna são bastante populares e acessíveis em diversos países, mas nem todos conhecem seus riscos alérgicos. A henna é um pigmento vegetal que pode ser marrom, vermelho ou verde e que desaparece em alguns dias. Mas para produzir uma coloração mais escura, alguns tatuadores adicionam uma substância química conhecida como PPD - cujo uso só é legalizado para colorantes de cabelo. Para ilustrar os riscos da henna, o New England Journal of Medicine publicou a fotografia da mão de uma jovem kuwaitiana de 19 anos, que recebeu uma tatuagem de henna durante um casamento. Devido a uma forte reação alérgica, foi necessário um tratamento com corticosteróides e prevê-se que as marcas só devem desaparecer completamente em cerca de seis meses.
O Loyola University Health System é uma instituição médica norte-americana, com sede em Chicago, comprometida com a excelência no cuidado com o paciente e na eduação de profissionais da saúde. Amplamente reconhecida por pesquisas sobre doenças do coração, câncer, transplantes de órgaõs e desordens neurológicas, a instituição conta ainda com um site bastante completo em que se destaca um atlas dermatológico com centenas de imagens legendadas.
A empresa britânica Intercytex anunciou a criação de um método que promete ser a solução para a calvície. Aparentemente, o processo é simples: consiste em multiplicar pequenas quantidade de células da papila dérmica do paciente em laboratório e injetá-las nas áreas calvas. Dos primeiros 19 testes, 11 obtiveram sucesso após 6 meses. Se os próximos confirmarem a segurança e a eficiência do tratamento, ele poderá estar disponível no mercado em 5 anos. Segundo Paul Kemp, do setor científico da Intercytex, a presença das células da papila dérmica encorajou as células da pele a construir novos folículos capilares. Clique aqui para ver a animação que explica o procedimento.
Um dos principais impulsos para a aprovação do uso cosmético do Botox e seus similares foi a descoberta de que, depois de injetada, a substância não penetraria nos sistemas circulatório e nervoso, alcançando o cérebro e a medula espinhal. No entanto, uma pesquisa realizada recentemente pelo Instituto Italiano de Neurociência concluiu, após testes em animais de laboratório, que a toxina pode, sim, chegar ao cérebro. Segundo Matteo Caleo, responsável pela pesquisa, em menos de três dias a toxina já havia chegado ao cérebro dos animais por meio dos neurônios, perturbando suas atividades neurológicas. Novos estudos sobre os efeitos da substância devem ser realizados em breve, avaliando os riscos já assumidos por milhões de pessoas em todo o mundo.
Uma pesquisa encomendada pela Cancer Research UK revelou que de cada 100 pessoas que já se bronzearam artificialmente, 82 o fizeram pela primeira vez antes dos 35 anos. Segundo a Agência Internacional de Pesquisa do Câncer, até essa idade, as chances de contrair melanoma podem ser 75% maiores. Visando alertar os jovens sobre os perigos da exposição aos raios ultravioletas usados nas cabines de bronzeamento artificial – que chegam a ser 15 vezes mais fortes que os raios do sol de meio-dia – a Inglaterra lançou na última segunda-feira a campanha SunSmart. O site traz inúmeras informações para médicos e pacientes, além de pesquisas e dicas sobre saúde.
A Allergan, empresa americana fabricante do botox, divulgou um comunicado este fim de semana se defendendo das acusações feitas a respeito de seu produto. A FDA foi quem fez uma notificação no último dia 8 sobre os possíveis danos que a toxina do botulismo poderia causar. Segundo as autoridades sanitárias americanas, os usuários do botox estariam sujeitos a efeitos graves que vão desde problemas respiratórios até a morte. O grupo Public Citizen relata que desde 1997, mais de 650 pessoas já sofreram danos consequentes do uso do botox e, dentre elas, 16 chegaram a falecer. Mesmo com a possibilidade dos riscos, a FDA não proibiu a comercialização do produto.
Gestão Estratégica de Clínicas e Hospitais é livro que chega no melhor momento possível,ao se considerar a carência bibliográfica no vernáculo sobre o tema aqui e ali, precariamentepreenchida pela tradução de outros idiomas e culturas; distantes com toda obviedade de nossa realidade médico-assistencial.É sabido o Brasil apresentar sistema de saúde cuja marca são grandes diferenças na organização e hierarquia doacuidados e atenção da população - daí a necessidade de se criar e recriar , perseguidondo-se as melhores soluções de acordo com nossas próprias necessidades.