Cientistas da Queen’s University, de Belfast, e da Autoridade de Saúde da capital da Irlanda do Norte desenvolveram um teste revolucionário que pode diagnosticar em apenas uma hora se o paciente sofre de meningite.
Semelhante a uma impressora doméstica, o aparelho que faz o teste é portátil e acelera o resultado do exame, que atualmente demora entre 24 e 48 horas. O equipamento necessita apenas de uma gota de sangue ou amostra de saliva para fazer o diagnóstico.
Um diagnóstico rápido da doença é vital para o tratamento de crianças pequenas com meningite meningocócica e septicemia, já que seu estado se deteriora em muito pouco tempo.
Pesquisadores da American Academy of Pediatrics vão divulgar hoje a recomendação de que as crianças recebam o dobro da quantidade atualmente sugerida de vitamina D. Acredita-se que, além de ajudar a manter os ossos fortes, a vitamina pode reduzir o risco de doenças como câncer, diabetes e doenças cardíacas. A nova recomendação prevê 400 unidades diárias de vitamina D - ou cerca de quatro copos de leite - e, para atendê-la, milhões de crianças vão precisar tomar suplementos diários. Essa quantidade deve ser respeitada desde o nascimento até o início da idade adulta, quando apenas 200 unidades passam a ser suficientes.
Um grupo de pesquisadores ingleses concluiu que a Ritalina, conhecido medicamento usado para acalmar crianças hiperativas e portadoras de déficit de atenção, não deve ser prescrita para pacientes com menos de cinco anos, além de evitada também para crianças maiores. Essa recomendação se deve aos sérios efeitos colaterais do uso rotineiro do medicamento, que pode prejudicar o crescimento da criança, por exemplo. Segundo os pesquisadores, a Ritalina só deve ser prescrita nos casos em que outro tipo de ação, como a orientação de familiares e professores, não surtir efeito sobre a criança.
Um estudo conduzido por pesquisadores do Medical Research Institute of New Zealand e publicado no jornal The Lancet concluiu que as crianças que fazem uso freqüente de paracetamol durante seus primeiros anos de vida têm maiores chances de desenvolver asma. Mais de 200 mil crianças participaram da pesquisa, que foi realizada em 31 países e se consolidou como o maior e mais confiável estudo sobre as relações entre asma e paracetamol. Segundo as conclusões da pesquisa, o medicamento continua sendo o mais indicado para controlar dores e febres infantis, mas só deve ser utilizado nos casos em que a febre ultrapassa os 38.5ºC.
Artism é uma organização independente que trabalha para angariar fundos através da arte para National Autistic Society, uma instituição de caridade dedicada ao autismo. Artistas variados doam suas obras para a organização e através de venda ou leilão, ela transforma toda a quantia adquirida com as peças em recursos para a instituição. Um livro com alguns trabalhos selecionados também será publicado e colocado à venda. Qualquer artista pode se envolver no projeto. A única restrição é que a obra doada seja em preto, branco e uma das cores da cartela apresentada por eles, pois são essas as cores mais atrativas para os portadores de autismo.
O New York Times publicou uma série de matérias sobre importantes problemas mentais em crianças que são dificilmente diagnosticados. De acordo com os dados do governo, pelo menos 6 milhões de crianças sofrem com algum tipo de incapacidade e esse número triplicou desde o início da década de 90. A série examina questões como a transição para a fase adulta, a incerteza do diagnóstico, o uso de múltiplos medicamentos e, claro, o papel dos pais nesses casos.
Uma pesquisa publicada hoje no JAMA pode trazer restrições mais rígidas sobre o uso de uma substância química presente em latas de alimentos e bebidas, mamadeiras e outros recipentes plásticos. O estudo foi realizado por especialistas da Exeter University e estabeleceu uma relação entre a presença do bisfenol A (BPA) no organismo humano e a ocorrência de doenças cardíacas e diabetes. Os resultados da pesquisa, que tratou de 1.455 adultos entre 18 e 74 anos, revelaram, entre outras coisas, que as pessoas com maior concentração da substância no organismo tinham três vezes mais chances de desenvolver doenças cardíacas e duas vezes e meia, de desenvolver diabetes. Apesar de ter revelado essa relação, os pesquisadores afirmam que o estudo não prova que o BPA é responsável pelo desenvolvimento das doenças, de modo que novas pesquisas devem ser realizadas.
A American Academy of Pediatrics publicou nessa segunda-feira novas orientações que envolvem a prevenção de problemas cardíacos desde a infância, por meio de um acompanhamento rigoroso do colesterol infantil e, se for o caso, do uso precoce de medicamentos para o seu controle. Segundo as novas recomendações, o acompanhamento deve começar aos dois anos de idade, nos casos de histórico familiar relacionado a alto colesterol ou ataques cardíacos. Ainda que mudanças no estilo de vida continuem sendo indicadas como a primeira opção, recomenda-se o uso de medicamentos para crianças maiores de oito anos que apresentem taxa de colesterol superior a 160mg/dl. Apesar de suscitar muitas controvérsias, o rigor da proposta é defendido com o argumento de que os primeiros sinais de diabetes e problemas cardíacos geralmente aparecem na infância.
Uma pesquisa conduzida pela Escola Bloomberg de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, concluiu que uma única dose oral de vitamina A dada a um recém-nascido pode reduzir em 15% o risco de morte nos países em desenvolvimento. O estudo envolveu cerca de 16 mil bebês de regiões de Bangladesh onde 90% dos partos são feitos em casa. Alfred Sommer, reitor emérito da Escola Bloomberg de Saúde Pública afirma: ‘Como a mortalidade é maior durante os primeiros meses, a dose única de vitamina A pode salvar cerca de 300 mil crianças por ano na Ásia. Um milhão de vidas podem ser salvas no continente se dermos, para crianças com carência de vitamina A, doses orais duas vezes por ano até os 5 anos’.
Um estudo realizado na Holanda sugere que bebês com tendência a infecções no ouvido devem evitar a chupeta. A pesquisa monitorou 476 crianças holandesas com menos de quatro anos de idade, durante 5 anos. Foi possível então constatar que o risco da reincidência de infecções no ouvido aumentou em 90% entre as 216 crianças que tinham o hábito de chupar chupeta. Eles acreditam que o seu uso pode colaborar para que bactérias migrem com facilidade das secreções do nariz para o ouvido. De um modo geral, antibióticos não funcionam e a infecção tende a curar-se, sozinha, em poucos dias, portanto, o mais aconselhável é não permitir que a infecção reapareça. Maroeska Rovers, líder do estudo, aconselha: ‘Os pediatras e clínicos gerais podem usar esta informação em seu trabalho diário. Eles devem dissuadir pais a usarem a chupeta depois que seu filho recebeu o primeiro diagnóstico de otite aguda para evitar reincidência.’
Gestão Estratégica de Clínicas e Hospitais é livro que chega no melhor momento possível,ao se considerar a carência bibliográfica no vernáculo sobre o tema aqui e ali, precariamentepreenchida pela tradução de outros idiomas e culturas; distantes com toda obviedade de nossa realidade médico-assistencial.É sabido o Brasil apresentar sistema de saúde cuja marca são grandes diferenças na organização e hierarquia doacuidados e atenção da população - daí a necessidade de se criar e recriar , perseguidondo-se as melhores soluções de acordo com nossas próprias necessidades.