Cientistas canadenses e suecos fabricaram em laboratório a primeira córnea artificial do mundo. Córneas fabricadas no laboratório melhoraram substancialmente a visão de 10 pacientes suecos com perda significativa da visão. Praticamente não houve rejeição e seis dos dez voluntários passaram a enxergar melhor.
O novo estudo, relatado nesta quarta-feira na revista Science Translational Medicine, utilizou a biossíntese de colágeno produzido pela FibroGen Inc. de San Francisco,EUA. Produzidos exclusivamente a partir de colágeno sintético, os implantes oferecem a possibilidade tentadora de um substituto para os tecidos de doadores humanos.
Um novo estudo liderado pela Universidade de Oxford destaca a importância que a vitamina D exerce na suscetibilidade de uma ampla gama de doenças genéticas.
Foi utilizada uma nova tecnologia para o sequenciamento do DNA para criar um mapa de receptores de vitamina D ao longo do genoma humano. Os cientistas mapearam os pontos de interação entre a vitamina D e o DNA e identificaram mais de 200 genes influenciados pela substância.
Estima-se que 1 bilhão de pessoas no mundo não têm de níveis adequados de vitamina D. Essa deficiência é em grande parte devida à exposição insuficiente ao sol e, em alguns casos a má alimentação. Segundo o estudo recém-publicado na revista Genome Research é a primeira que são mostradas evidências diretas de que a vitamina D pode proteger o corpo humano contra uma série de doenças ligadas a condições genéticas, incluindo alguns tipos de câncer, diabetes tipo 1, artrite reumatóide, doença de Crohn, lupus e esclerose múltipla. Leia mais no site do G1.
Novas superfícies sintéticas podem superar os desafios impostos pelos métodos existentes para o cultivo de células-tronco.
Células-tronco pluripotentes, que podem se transformar em qualquer outro tipo de células, agora possuem um nova maneira de serem cultivadas conforme estudo divulgado por pesquisadores do Massachusetts Institute of Tecnology (MIT) na edição de setembro da revista Nature Materials.
Atualmente são utilizadas proteínas de embriões de ratos na produção de células-tronco pluripotentes, que podem gerar uma reação autoimune se aplicadas em pacientes humanos. Para superar esses problemas, engenheiros químicos, biólogos e especialistas em materiais do MIT desenvolveram uma superfície sintética, sem uso de material de animais, que permite que células-tronco pluripotentes permaneçam vivas e se reproduzam por, pelo menos, três meses.
Uma nova técnica utilizando medicamentos em nanopartículas aderidas à superfície de células do sistema imune, melhora o sucesso das terapias com células-imune e promete ser novo tratamento para diversos tipos de câncer.
Uma equipe de engenheiros do Massachusetts Institute of Tecnology (MIT) desenvolveu uma maneira de encaminhar os medicamentos necessários para combater o câncer “contrabandeando-os” na superfície das células T enviadas para combater o tumor. Dessa forma, as drogas atingem apenas seus alvos, reduzindo o risco para o paciente.
Em estudos anteriores, só se obtinha sucesso se os pacientes recebessem grandes doses de medicamentos para ajudar as células imunes a se multiplicarem rapidamente, causando graves efeitos colaterais. A nova abordagem pode melhorar drasticamente a taxa de sucesso de terapias com células-imune, que mantêm a promessa para o tratamento de muitos tipos de câncer, diz Darrell Irvine, autor de um artigo descrevendo a técnica em publicação on-line da revista Nature Medicine.
Cientistas da Queen’s University, de Belfast, e da Autoridade de Saúde da capital da Irlanda do Norte desenvolveram um teste revolucionário que pode diagnosticar em apenas uma hora se o paciente sofre de meningite.
Semelhante a uma impressora doméstica, o aparelho que faz o teste é portátil e acelera o resultado do exame, que atualmente demora entre 24 e 48 horas. O equipamento necessita apenas de uma gota de sangue ou amostra de saliva para fazer o diagnóstico.
Um diagnóstico rápido da doença é vital para o tratamento de crianças pequenas com meningite meningocócica e septicemia, já que seu estado se deteriora em muito pouco tempo.
Pesquisadores da Yale University, nos EUA, anunciaram a comprovação do uso de ervas tradicionais chinesas para reduzir os efeitos colaterais do tratamento do câncer intestinal.Em estudo publicado na revista Science Translational Medicine, os cientistas encontraram uma forma de neutralizar em ratos os efeitos colaterais do uso de quimioterápicos, a morte de células saudáveis.
O uso de uma receita chinesa conhecida como Huang Qin Tang, composta de Peônia, Scutellaria, Alcaçuz e Espinheiro Cervical, empregada há mais de 1,8 mil anos para o tratamento de náuseas, vômitos e diarréia, ameniza esses efeitos. A formulação pode reduzir os efeitos colaterais da quimioterapia estimulando a divisão celular, reduzindo a inflamação e possibilitando a ação dos quimioterápicos na eliminação do tumor.
O composto chinês, denominado PHY-906, pode vir a ajudar no tratamento de pessoas com câncer de intestino grosso e reto. Agora o desafio é desenvolver uma medicação convencional para humanos, utilizando a milenar medicina chinesa.
Gestão Estratégica de Clínicas e Hospitais é livro que chega no melhor momento possível,ao se considerar a carência bibliográfica no vernáculo sobre o tema aqui e ali, precariamentepreenchida pela tradução de outros idiomas e culturas; distantes com toda obviedade de nossa realidade médico-assistencial.É sabido o Brasil apresentar sistema de saúde cuja marca são grandes diferenças na organização e hierarquia doacuidados e atenção da população - daí a necessidade de se criar e recriar , perseguidondo-se as melhores soluções de acordo com nossas próprias necessidades.